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Mostrando postagens de agosto, 2019
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Vladinsky, violão e Cordeirovich, voz, estão na estrada há uns quatro anos, sempre visitando espaços alternativos, principalmente Saraus. Nestes tempos passaram dos covers das músicas de Roberto e Erasmo Carlos e Tom Jobim, e com muita influência da bossa nova e canções populares desenvolveram um trabalho musical de expressão autoral. Vide clips no youtube. O músico, compositor e intérprete Dan Grasso, que mantém páginas também na web deu up fundamental para o duo, que hoje tem na bagagem alguns composições interessantes. Diletantes da música, os dois assim se definem: Vladinsky cria um ambiente sonoro e Cordeirovich vai acrescendo palavras cantadas neste ambiente. A repetição do tema e a síntese do poema, resumem num tema que recebe um nome e fica sacramentado como uma canção. Caso você os encontre vai se deparar com alguns títulos: "Novo Tempo" "Blade Runner, a canção" "Lavadeiras", "Nada Meu" entre outras mais que estão visíveis em c...
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J. Cordeirovich Olá, se vc chegou até este blog, saiba que o objetivo dele é divulgar material artístico e literário produzido por mim. Afinal são poucos os canais para divulgação de alternativos que precisam continuar acreditando no seu taco produzindo indiscriminadamente a sua possível Arte. Seja poesia, no meu caso são livros que publiquei por conta própria e são eles: "Baú de Qualquer Coisa", que reúne diversos textos (poesia?) que fui ao longo dos anos reunindo nuns cadernos. A seguir publiquei outro chamado: "O Arranjador de Palavras" e logo a seguir "Pulsares, Cênicos e Poéticos". Paralelamente, por ser um canta-autor, sempre cantei e compus algumas canções em parceria com outros músicos pois não toco meio instrumento. Neste blog, vou publicando ações com a literatura, a música e outra grande aventura alternativa minha, que vem desde a adolescência, o teatro. Nestes tempos virtuais, por que não divulgar na web as nossas ações, visando en...
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Zulu de Arrebatá Zulu de Arrebatá, tem na marca do seu som o suingue, a ginga, a leveza da música que chega pra enlevar o humano em nós. Há sempre uma luz, uma beleza, uma riqueza do existir na sua música brasileira com influências muitas do soul music, do dance, do funk enquanto batida. Mas não o funk atual dos anos agora, e sim aquele funk vida, pulsação das origens do funk music. Pois assim é como me soa o som das músicas deste compositor que algumas vezes recorre a parceiros para “letrar” seu som. Ao mesmo tempo que nos leva a “dançar” ao ouvi-lo, provoca-nos também a refletir sobre o humano em nós. Vem agora vindo neste 2019, com seu álbum “Cenas de Cinema”, mesma pegada do álbum anterior “Amor Urbano”. Onde a clareira do som com naipes de metais, bateria, baixo tudo que um bom estúdio de gravação nos proporciona, é um lenitivo para os dias sombrios que vivemos. Sou suspeito para falar desse brother, e lhe convido, leitor deste, a ouvir aquilo que a rádios deixaram de toca...